Um excelente Paradidático sobre direitos humanos“Malala, a menina que queria ir à escola” Uma  história real que inspira o mundo a lutar pela educação e pelos direitos humanos

Você provavelmente já ouviu falar de Malala Yousafzai, a jovem paquistanesa que se tornou um símbolo mundial da luta pelo direito à educação. Mas o que talvez nem todos saibam é o quanto sua história representa um verdadeiro manifesto pela igualdade, coragem e transformação social.

O livro “Malala: A menina que queria ir para a escola”, escrito por Adriana Carranca, é um dos paradidáticos mais lidos nas escolas do Brasil — e também em muitos outros países. Ele narra, de forma  e acessível, a trajetória dessa menina que, mesmo diante do medo e da violência, nunca desistiu de aprender. Este livro está disponível para compra nas melhores livrarias e sites de vendas. Se você ainda não leu, adquira um e leia hoje mesmo.

A história de uma menina que desafiou o silêncio

Malala nasceu no Vale do Swat, no Paquistão, uma região de beleza natural exuberante, mas marcada por conflitos. Quando o Talibã tomou o controle local, meninas foram proibidas de frequentar a escola. Malala, no entanto, se recusou a aceitar essa injustiça.
Ela passou a escrever anonimamente para a BBC relatando o que vivia em seu país e defendendo o direito de meninas estudarem. Sua voz ganhou o mundo — e, infelizmente, também a transformou em alvo.

Em 2012, aos 15 anos, Malala foi atacada por extremistas dentro do ônibus escolar. O atentado chocou o planeta, mas não calou sua voz. Após se recuperar, ela se tornou a pessoa mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz.

Um livro que desperta reflexão e empatia

O paradidático de Adriana Carranca vai além da biografia: ele desperta no leitor, especialmente nas crianças e adolescentes, valores como empatia, coragem e senso de justiça. A leitura é envolvente e abre espaço para discussões sobre direitos humanos, igualdade de gênero e o papel transformador da educação.

Nas escolas brasileiras, o livro é trabalhado em projetos pedagógicos que incentivam o pensamento crítico, a cidadania e o respeito às diferenças. É, portanto, uma ferramenta poderosa para formar jovens conscientes de que educar é um ato de resistência e esperança.

Por que ler “Malala: A menina que queria ir para a escola”?

Porque essa não é apenas uma história sobre o passado — é um convite à ação no presente.
Ler Malala é entender que a educação é um direito universal e que o conhecimento é a principal arma contra a opressão.

Cada página desse livro nos lembra que uma única voz pode transformar o mundo — e que o aprendizado é a base de todas as mudanças duradouras.

Teste seus conhecimentos sobre Malala!

Depois de conhecer essa história inspiradora, que tal descobrir o quanto você aprendeu?
Participe do nosso QUIZ especial sobre Malala e veja se você realmente conhece os detalhes da trajetória dessa menina que desafiou o impossível.

Acesse agora o QUIZ da Malala no canto superior direito da página.

Dicas e sugestões: Atividade de leitura e interpretação do Paradidático “Malala, a menina que queria ir à escola” – O questionário abrange temas como a importância da educação, os desafios enfrentados por Malala, as restrições impostas pelo Talibã, sua resiliência e o impacto de sua luta.

Além disso, seus alunos terão a oportunidade de aprender com a determinação e coragem de Malala, e refletir sobre como eles podem fazer a diferença em sua própria realidade.

Esta atividade de leitura e interpretação possui 23 questões objetivas e vai acompanhada do gabarito(respostas) para agilizar e dinamizar sua prática de ensino.

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